Modo de execução: Sente-se num banco ligeiramente inclinado para trás. As palmas das mãos devem estar voltadas para cima e o haltere a tocar a parte superior do tórax. Levante o haltere até ficar com os braços esticados. Retorne lentamente à posição inicial.
Músculos trabalhados com mais ênfase:
Primário: peitoral maior superior
Secundários: deltóide anterior, tríceps
Particularidades do exercício: O ângulo de inclinação do banco determinará qual o músculo mais trabalhado. A elevação do encosto do banco e o aumento da sua inclinação faz com que a pressão do exercício recaia sobre as partes mais elevadas do músculo peitoral. Uma inclinação de cerca de 60% fará com que a pressão recaia no deltóide anterior.
Quanto menos afastar as mãos uma da outra, maior será a contribuição da parte central interna do tórax, exigindo um maior trabalho do tríceps. Mãos mais afastadas uma da outra proporcionam um maior trabalho da parte externa do músculo mas aumentam o risco de contrair lesão.
De maneira a maximizar o trabalho do peito, abra bem os cotovelos enquanto o haltere estiver em baixo. Se terminar o supino inclinado pouco antes de esticar completamente os braços, colocará mais pressão nos peitorais.
Fonte: http://logon.prozis.pt/exercicios-peito-supino-inclinado-com-haltere-de-barra/
Neste Blogue poderá recolher a mais variada informação sobre desporto, nutrição, suplementos desportivos, artigos variados entre outras. Toda a informação contida neste Blogue consiste num conjunto de pesquisas recolhidas, que estão disponíveis em outros sites. Todos os assuntos sobre dietas ou outros conselhos é meramente informativa, não se pretendendo substituir o conselho de um especialista, bem como diagnosticar, prevenir ou tratar qualquer doença.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Fast-food aumenta risco de Alzheimer
Investigadores do Centro de Pesquisa do Mal de Alzheimer do Instituto Karolinska, em Estocolmo, associaram o consumo de fast-food ao risco de desenvolver Alzheimer, uma doença irreversível que mata as células do cérebro.
No estudo, um grupo de ratos recebeu uma dieta rica em gordura, açúcar e colesterol durante 9 meses. Esta dieta representava o valor nutricional de refeições fast food. Os ratos desenvolveram alterações no cérebro associadas aos estágios preliminares da doença.
O estudo mostrou que os alimentos alteram a formação de uma proteína denominada Tau, impedindo o normal funcionamento das células, conduzindo à sua morte. Os cientistas também observaram que o colesterol reduziu os níveis de uma outra substância no cérebro, a proteína Arc, responsável pelo armazenamento de memórias.
“Ao examinar os cérebros destes ratos descobrimos uma mudança química que não é diferente da encontrada no cérebro com Alzheimer“, disse Susanne Akterin, porta-voz da equipa de cientistas. “Nós suspeitamos que um alto consumo de gordura e colesterol, em combinação com factores genéticos (…) podem afectar de maneira adversa várias substâncias no cérebro, que podem ser um factor que contribui para o desenvolvimento de Alzheimer“, concluiu a cientista [*1].
REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1] – Fatty food a potential risk factor for Alzheimer’s, Karolinska Institutet press release 2009
Fonte: http://logon.prozis.pt/fast-food-aumenta-risco-de-alzheimer/
No estudo, um grupo de ratos recebeu uma dieta rica em gordura, açúcar e colesterol durante 9 meses. Esta dieta representava o valor nutricional de refeições fast food. Os ratos desenvolveram alterações no cérebro associadas aos estágios preliminares da doença.
O estudo mostrou que os alimentos alteram a formação de uma proteína denominada Tau, impedindo o normal funcionamento das células, conduzindo à sua morte. Os cientistas também observaram que o colesterol reduziu os níveis de uma outra substância no cérebro, a proteína Arc, responsável pelo armazenamento de memórias.
“Ao examinar os cérebros destes ratos descobrimos uma mudança química que não é diferente da encontrada no cérebro com Alzheimer“, disse Susanne Akterin, porta-voz da equipa de cientistas. “Nós suspeitamos que um alto consumo de gordura e colesterol, em combinação com factores genéticos (…) podem afectar de maneira adversa várias substâncias no cérebro, que podem ser um factor que contribui para o desenvolvimento de Alzheimer“, concluiu a cientista [*1].
REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1] – Fatty food a potential risk factor for Alzheimer’s, Karolinska Institutet press release 2009
Fonte: http://logon.prozis.pt/fast-food-aumenta-risco-de-alzheimer/
quinta-feira, 29 de abril de 2010
O Mistério Esquimó
Os nutricionistas recomendam 2 refeições de peixe semanais. É a melhor estratégia para aumentar o consumo de ómega 3, essencial ao organismo.
Aquele que ficou conhecido como o paradoxo esquimó retrata uma comunidade de esquimós Inuit que registava taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares (DCV) extremamente baixas, quando comparadas com as de outros povos do norte da Europa, e um elevado consumo de gordura proveniente do peixe.
Actualmente, embora reconhecida publicamente a relação entre Ómega 3 e saúde, nomeadamente cardiovascular, estes ácidos gordos continuam a ser ingeridos em quantidades insuficientes. Os especialistas americanos apontam uma percentagem de 60% da população deficiente em Ómega 3. E, de acordo com o Congresso “Prevenção Alimentar das DCV”, organizado em Maio pela Lactogal, a carência também se manifesta em Portugal, “onde consumimos uma maior quantidade de Ómega 6 (frutos secos, vegetais e azeite) do que Ómega 3, dado os hábitos alimentares de confecção fácil”, como registou o médico especialista em medicina interna Paulo Reis Pina.
Este equilíbrio deve ser preservado, alertam os especialistas. Andrew Weil, professor clínico de medicina interno e director do programa de medicina integrada especifica, afirma num artigo que a desproporção destes nutrientes “pode aumentar os riscos de DCV, cancro e inflamações”.
Ómega 3 – uma família saudável
Acção sobre o coração e inflamações
Entre os elementos mais conhecidos da família Ómega 3, destaca-se o EPA (ácido eicosapentaenóico), relacionado com efeitos cardioprotectores, e o DHA (ácido docosahexaenóico), apontado como benéfico no sistema nervoso. Um estudo desenvolvido na Universidade de Kuopio, na Finlândia, e publicado em Maio de 2001 nos Archives of General Psychiatry, conclui que o consumo regular de peixe reduz o risco de depressão e suicídio. A mesma publicação oferece um artigo de um especialista da Universidade de Berlim, “Omega 3 fatty acids: the missing link?”, onde se lê que a relação entre depressão e morte súbita pode estar algures na carência em Ómega 3 que potencia ambos os estados.
Uma investigação mais recente, realizada por investigadores suíços e publicada em Abril deste ano nos Archives of Internal Medicine, revela ainda que estes ácidos gordos essenciais reduzem de forma mais drástica os riscos de morte cardíaca do que os medicamentos conhecidos como estatinas. Os estudos atribuem-lhe ainda acções positivas em processos inflamatórios (estudos sugerem 3g diárias de Ómega 3 no alívio de sintomas de doenças como artrite reumatóide), prevenção de arritmias, tromboses (2), diminuição dos níveis de triglicéridos (3) e efeito anti-agregante (diminuindo a adesão de células, como plaquetas, cujo ajuntamento propicia a formação de placa de gordura conducente à aterosclerose).
Alternativas: Cápsulas e Alimentos
A fraca ingestão de peixe, especialmente pelas camadas mais jovens da sociedade, aliado às grandes probabilidades deste estar contaminado com mercúrio, conduz-nos a outras alternativas para aumentar o consumo de Ómega 3. Através da suplementação em cápsulas, em forma de líquido (que pode ser adicionado a saladas ou batidos) ou mediante alimentos enriquecidos, manteiga e leite, (já disponibilizados no mercado por marcas como Becel, Mimosa e Parmalat).
Quem não toma?
Andrew Weil alerta que, dado o efeito anti-agregante dos Ómega 3, estes não devem ser consumidos por pessoas que apresentem hemorragias fáceis ou sofram de hipertensão descontrolada. A mesma advertência é dirigida a quem se submete frequentemente a operações. Relativamente a quem toma anticoagulantes, entende o especialista de Harvard, o consumo destes suplementos deve submeter-se a supervisão médica.
Recomendações Ómega 3
População:
-Pessoas sem Doença Cardiovascular documentada
Recomendação:
Comer uma variedade de peixes (principalmente gordos) pelos menos 2 vezes por semana; incluir óleos e alimentos ricos em ácido a-linolénico (nozes, óleo de soja, óleo de linhaça e canola)
População:
-Pessoas com Doença Cardiovascular documentada
Recomendação:
1g EPA+DHA por dia, de preferência de peixes gordos; suplementos podem ser considerados sob conselho de técnico de saúde
População:
-Pessoas que precisam de baixar os níveis de triglicéridos
Recomendação:
2 a 4g de EPA+DHA por dia, em suplementos aconselhados por técnico de saúde
Fonte: American Heart Association
Aquele que ficou conhecido como o paradoxo esquimó retrata uma comunidade de esquimós Inuit que registava taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares (DCV) extremamente baixas, quando comparadas com as de outros povos do norte da Europa, e um elevado consumo de gordura proveniente do peixe.
Actualmente, embora reconhecida publicamente a relação entre Ómega 3 e saúde, nomeadamente cardiovascular, estes ácidos gordos continuam a ser ingeridos em quantidades insuficientes. Os especialistas americanos apontam uma percentagem de 60% da população deficiente em Ómega 3. E, de acordo com o Congresso “Prevenção Alimentar das DCV”, organizado em Maio pela Lactogal, a carência também se manifesta em Portugal, “onde consumimos uma maior quantidade de Ómega 6 (frutos secos, vegetais e azeite) do que Ómega 3, dado os hábitos alimentares de confecção fácil”, como registou o médico especialista em medicina interna Paulo Reis Pina.
Este equilíbrio deve ser preservado, alertam os especialistas. Andrew Weil, professor clínico de medicina interno e director do programa de medicina integrada especifica, afirma num artigo que a desproporção destes nutrientes “pode aumentar os riscos de DCV, cancro e inflamações”.
Ómega 3 – uma família saudável
Acção sobre o coração e inflamações
Entre os elementos mais conhecidos da família Ómega 3, destaca-se o EPA (ácido eicosapentaenóico), relacionado com efeitos cardioprotectores, e o DHA (ácido docosahexaenóico), apontado como benéfico no sistema nervoso. Um estudo desenvolvido na Universidade de Kuopio, na Finlândia, e publicado em Maio de 2001 nos Archives of General Psychiatry, conclui que o consumo regular de peixe reduz o risco de depressão e suicídio. A mesma publicação oferece um artigo de um especialista da Universidade de Berlim, “Omega 3 fatty acids: the missing link?”, onde se lê que a relação entre depressão e morte súbita pode estar algures na carência em Ómega 3 que potencia ambos os estados.
Uma investigação mais recente, realizada por investigadores suíços e publicada em Abril deste ano nos Archives of Internal Medicine, revela ainda que estes ácidos gordos essenciais reduzem de forma mais drástica os riscos de morte cardíaca do que os medicamentos conhecidos como estatinas. Os estudos atribuem-lhe ainda acções positivas em processos inflamatórios (estudos sugerem 3g diárias de Ómega 3 no alívio de sintomas de doenças como artrite reumatóide), prevenção de arritmias, tromboses (2), diminuição dos níveis de triglicéridos (3) e efeito anti-agregante (diminuindo a adesão de células, como plaquetas, cujo ajuntamento propicia a formação de placa de gordura conducente à aterosclerose).
Alternativas: Cápsulas e Alimentos
A fraca ingestão de peixe, especialmente pelas camadas mais jovens da sociedade, aliado às grandes probabilidades deste estar contaminado com mercúrio, conduz-nos a outras alternativas para aumentar o consumo de Ómega 3. Através da suplementação em cápsulas, em forma de líquido (que pode ser adicionado a saladas ou batidos) ou mediante alimentos enriquecidos, manteiga e leite, (já disponibilizados no mercado por marcas como Becel, Mimosa e Parmalat).
Quem não toma?
Andrew Weil alerta que, dado o efeito anti-agregante dos Ómega 3, estes não devem ser consumidos por pessoas que apresentem hemorragias fáceis ou sofram de hipertensão descontrolada. A mesma advertência é dirigida a quem se submete frequentemente a operações. Relativamente a quem toma anticoagulantes, entende o especialista de Harvard, o consumo destes suplementos deve submeter-se a supervisão médica.
Recomendações Ómega 3
População:
-Pessoas sem Doença Cardiovascular documentada
Recomendação:
Comer uma variedade de peixes (principalmente gordos) pelos menos 2 vezes por semana; incluir óleos e alimentos ricos em ácido a-linolénico (nozes, óleo de soja, óleo de linhaça e canola)
População:
-Pessoas com Doença Cardiovascular documentada
Recomendação:
1g EPA+DHA por dia, de preferência de peixes gordos; suplementos podem ser considerados sob conselho de técnico de saúde
População:
-Pessoas que precisam de baixar os níveis de triglicéridos
Recomendação:
2 a 4g de EPA+DHA por dia, em suplementos aconselhados por técnico de saúde
Fonte: American Heart Association
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Exercícios abdominais – Abdominal
Músculos trabalhados com mais ênfase:
Primário: reto do abdome (ou reto abdominal)
Secundários: quadríceps, flexores do quadril
Particularidades do exercício: As mãos podem ser colocadas em vários sítios: atrás da região lombar, encostadas ao peito ou atrás da cabeça. Deve dobrar os joelhos de forma a reduzir a tensão na zona da região lombar.
Quanto maior for a inclinação do banco onde está sentado, maior será o grau de exigência do exercício. Outra maneira de aumentar a intensidade do exercício é segurar um peso sobre o peito.
Fonte: http://logon.prozis.pt/exercicios-abdominais-abdominal/
Cafeína – O seu suplemento para o aumento da resistência física
Os efeitos fisiológicos da cafeína no que toca ao desempenho físico são bem conhecidos. Muitos indivíduos consomem suplementos de cafeína para melhorarem o seu rendimento nos treinos ou competições. No entanto, existe muita confusão e dúvidas sobre as áreas beneficiadas com suplementos de cafeína.
Foi com o intuito de dissipar essas dúvidas que a Sociedade Internacional de Nutrição Desportiva tornou pública a sua posição relativamente à cafeína e ao desempenho físico, com base na investigação científica existente [*1].
Eles sumarizaram-na em 7 pontos:
1) A cafeína é mais eficaz a aumentar o rendimento dos atletas se consumida em doses baixas ou moderadas (cerca de 3,6 mg/kg). Além disso, um consumo para além desta medida não traz benefícios adicionais;
2) A cafeína exerce um grande efeito ergogénico (aumento de performance) quando consumida num estado anidro, isto é, quando a sua composição tem pouca ou nenhuma quantidade de água. O que isto quer dizer é que a cafeína é muito mais eficaz do que o comum café servido em chávena;
3) A cafeína pode aumentar a concentração durante turnos de longo e intenso exercício. Por outro lado, um dos efeitos secundários pode ser a privação de sono. Esta condição pode ser vantajosa para militares destacados para missões especiais e para pessoas que trabalhem à noite;
4) A cafeína aumenta consideravelmente a resistência física de um atleta, sendo bastante útil para competições cronometradas;
5) A cafeína é ideal para atletas que pratiquem desportos ou modalidades que exijam grande resistência física, como o futebol, o râguebi ou o remo.
6) Quando avaliados os efeitos da cafeína no aumento da força física, a investigação científica é inconclusiva.
7) O consumo de cafeína não provoca aumento da produção de urina durante o exercício físico nem outra alteração no equilíbrio dos líquidos do corpo, situação que poderia afectar a performance.
Nas conclusões do comunicado, os investigadores voltaram a lembrar estes pontos e chamaram à atenção para outros factos:
» Na maioria dos estudos, os indivíduos tomaram cafeína 60 minutos antes do treino, de maneira a garantir uma absorção eficaz. No entanto, outros estudos também mostraram o consumo de cafeína 15 a 30 minutos antes do treino também promove o aumento do desempenho.
» Foi demonstrado recentemente que, ao contrário do que se afirmava, a cafeína promove a ressíntese do glicogénio muscular durante a fase de recuperação;
» A maioria dos estudos com cafeína é realizada com homens. No entanto, estudos realizados com mulheres mostraram que a cafeína aumenta a força em atletas com limitações físicas e traz benefícios a nível do desempenho em mulheres activas.
REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1] – Goldstein, E. et. al., International society of sports nutrition position stand: caffeine and performance, Journal of the International Society of Sports Nutrition 7:5, Fevereiro 2010
Fonte: http://logon.prozis.pt/cafeina-o-seu-suplemento-para-o-aumento-da-resistencia-fisica/
Foi com o intuito de dissipar essas dúvidas que a Sociedade Internacional de Nutrição Desportiva tornou pública a sua posição relativamente à cafeína e ao desempenho físico, com base na investigação científica existente [*1].
Eles sumarizaram-na em 7 pontos:
1) A cafeína é mais eficaz a aumentar o rendimento dos atletas se consumida em doses baixas ou moderadas (cerca de 3,6 mg/kg). Além disso, um consumo para além desta medida não traz benefícios adicionais;
2) A cafeína exerce um grande efeito ergogénico (aumento de performance) quando consumida num estado anidro, isto é, quando a sua composição tem pouca ou nenhuma quantidade de água. O que isto quer dizer é que a cafeína é muito mais eficaz do que o comum café servido em chávena;
3) A cafeína pode aumentar a concentração durante turnos de longo e intenso exercício. Por outro lado, um dos efeitos secundários pode ser a privação de sono. Esta condição pode ser vantajosa para militares destacados para missões especiais e para pessoas que trabalhem à noite;
4) A cafeína aumenta consideravelmente a resistência física de um atleta, sendo bastante útil para competições cronometradas;
5) A cafeína é ideal para atletas que pratiquem desportos ou modalidades que exijam grande resistência física, como o futebol, o râguebi ou o remo.
6) Quando avaliados os efeitos da cafeína no aumento da força física, a investigação científica é inconclusiva.
7) O consumo de cafeína não provoca aumento da produção de urina durante o exercício físico nem outra alteração no equilíbrio dos líquidos do corpo, situação que poderia afectar a performance.
Nas conclusões do comunicado, os investigadores voltaram a lembrar estes pontos e chamaram à atenção para outros factos:
» Na maioria dos estudos, os indivíduos tomaram cafeína 60 minutos antes do treino, de maneira a garantir uma absorção eficaz. No entanto, outros estudos também mostraram o consumo de cafeína 15 a 30 minutos antes do treino também promove o aumento do desempenho.
» Foi demonstrado recentemente que, ao contrário do que se afirmava, a cafeína promove a ressíntese do glicogénio muscular durante a fase de recuperação;
» A maioria dos estudos com cafeína é realizada com homens. No entanto, estudos realizados com mulheres mostraram que a cafeína aumenta a força em atletas com limitações físicas e traz benefícios a nível do desempenho em mulheres activas.
REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1] – Goldstein, E. et. al., International society of sports nutrition position stand: caffeine and performance, Journal of the International Society of Sports Nutrition 7:5, Fevereiro 2010
Fonte: http://logon.prozis.pt/cafeina-o-seu-suplemento-para-o-aumento-da-resistencia-fisica/
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