segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Cerveja e saúde


Tira a sede ou faz barriga?

É diurética ou viciante?

Nutritiva ou calórica?


Porque sabemos que é difícil resistir a uma cerveja, fomos descobrir vantagens e desvantagens do seu consumo.

Água, lúpulo, malte de cevada, levedura. Os quatro ingredientes principais de uma das bebidas mais populares do mundo parecem nutricionalmente inofensivos e não é de estranhar até que tenham, isoladamente, propriedades medicinais relevantes. Mas certo é que a cerveja, ao contrário do néctar dos deuses, nunca foi tida como bebida amiga da saúde.
Numa altura em que a ciência faz o elogio do resveratrol, um dos componentes do vinho, que trunfos tem a requisitada cerveja?Uma década de investigação científica começa agora a revelá-los. Não é por acaso que 67% dos médicos portugueses entrevistados para o estudo “Imagem da Cerveja”, elaborado pela Marktest, garantem que a bebida pode ser integrada numa dieta saudável, desde que consumida moderadamente. Em 2006, cientistas austríacos conseguiram identificar uma relação entre o consumo de cerveja e uma acção antiinflamatória mais eficaz, que pode ajudar a controlar doenças crónicas. As experiências in vitro realizadas na Universidade de Innsbruck revelaram um bloqueio dos processos químicos do interferon-gamma, um dos agentes mais importantes na resposta inflamatória, num efeito muito semelhante ao que já se tinha detectado no vinho, chá verde e chá preto.
O mesmo estudo reportou um aumento da produção da serotonina, a “hormona da felicidade”, em resposta à ingestão de cerveja. Antes, já outros estudos deixavam antever que os consumidores de cerveja podiam ser mais saudáveis do que abstémios. Um deles foi apresentado em Portugal por Martín Bobak. O académico inglês deslocou-se ao nosso país em 2004 e expôs os dados obtidos por um estudo efectuado na República Checa – o país europeu com maior consumo de cerveja – e que revelam que a bebida pode pre¬venir a ocorrência de enfartes do miocárdio.
Uma cerveja por dia, em média, ajuda a manter afastadas as doenças cardiovasculares, protegendo mais do quem não bebe. Mas se passar a conta e beber a segunda, o efeito é anulado. Aliás, a moderação parece ser a chave: em 2003, os participantes do primeiro Simpósio Interna¬cional sobre a Cerveja, em Espanha, ficaram a saber que o con¬sumo moderado de cerveja pode contribuir para a prevenção da os¬teoporose. Na ocasião, os especialis¬tas em Epidemiologia, Nutrição e Cardiologia explicaram como o silício, um importante elemento para a boa minera¬lização óssea, se encontra na cerveja na sua forma bioactiva, o que facilita a absorção pelo organismo. Uma investigação ainda mais recente defende que a cerveja é mais eficaz do que a água no pós-exercício.
De acordo com cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Granada, a bebida ajuda a repor o líquido perdido por transpiração e os açúcares, sais e gás que contém ajudam o organismo a absorver os fluidos de uma forma mais rápida do que a água. Quinhentos ml para os homens e 250 ml para as mulheres após o final do treino, recomendam os cientistas espanhóis.

Valor nutricional
E no entanto a bebida é, na sua maioria… água. Mais de noventa por cento de uma imperial é, de facto, composta por água, o que explica o seu baixo valor calórico – as calorias pode agradecê-las a outros componentes. Um copo de cerveja (250 ml) representa aproximadamente 100 kcal, o que equivale a 4,25% das necessidades calóricas de um homem adulto ou 5,5% das de uma mulher. Uma cerveja normal tem cerca de metade das calorias de um iogurte e as investigações efectuadas até à data – incluindo o estudo checo já referido – não encontraram relações entre consumo de cerveja e obesidade. Sem gordura, poucas proteínas e cerca de 3% de açúcar fermentado, as propriedades nutricionais da cerveja ficam garantidas com a riqueza em vitaminas do complexo B, nomeadamente ácido fólico, fibra solúvel e minerais.
Os polifenóis conferem-lhe capacidade antioxidante. Luís Serra Majem, médico catedrático de Medicina Preventiva e Saúde Pública da Uni¬versidade de Las Palmas e presidente da Fundação para a Promoção da Dieta Mediterrânea, garante que a cerveja, além de fazer parte da alimentação mediterrânea, pode melhorar a qualidade nutricional da dieta.Com ou sem álcool?Foi propositadamente deixado para o fim. O teor alcoólico é o reverso da medalha da bebida mais apreciada pelos portugueses. No processo de fermentação, as leveduras fermentam os açúcares transformando-os em álcool. É ele o responsável pelo valor calórico da cerveja (cerca de 7 Kcal por grama) e que faz desaconselhar o seu consumo a menores, grávidas, lactentes e a quem toma medicamentos.
O fígado metaboliza a maior parte do álcool em acetato que, quando libertado para a corrente sanguínea, substitui a gordura como fonte de energia. Como resultado, o organismo é obrigado a armazenar mais gordura não-utilizada, o que pode ter dado origem ao mito da “barriga de cerveja”. Como alternativa, a indústria cervejeira começou a produzir cervejas “light” (cerca de menos 3,5% de álcool) e sem álcool (teor máximo de 0,5% alc vol). Embora ainda pouco representativas e encaradas como uma “alternativa”, podem ser uma forma mais saudável de obter o mesmo sabor.
O gás carbónico das cervejas sem álcool promove a formação de saliva, previne a hipotermia no estômago, acelera o esvaziamento gástrico e promove a excreção de substâncias através do tracto urinário.
É efectivamente diurética: a cerveja sem álcool tem um poder diurético 30% mais elevado que o da água; o da cerveja com álcool é cerca de 2,5 vezes superior. Após esforço físico, o indivíduo que tenha bebido cerveja sem álcool perde cerca de 20% menos potássio pela urina que o que bebeu água. Por este e outros motivo, a German Society for Food Chemistry considera-a uma bebida adequada para atletas. Mas atenção: as cervejas sem álcool possuem bastante mais açúcares na sua composição, o que deve ser tido em conta por pessoas diabéticas.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

DIETA COM OBJECTIVO DE PERCA DE PESO CORPORAL E GANHO DE MASSA MUSCULAR (HIPOCALÓRICA)

A pedido de vários interessados no tema deste meu Blog decidi criar aqui uma pequena lista para uma dieta que espero conseguir não só tirar as pequenas dúvidas existentes como também conseguir que se consiga levar uma vida mais saudável no que diz respeito à nossa alimentação!

EVITAR / PROIBIDO:

- Gorduras (Especialmente as saturadas e monoinsaturadas, ou seja as que à temperatura ambiente se encontram em estado sólido)
- Fritos
- Sal e Salgados
- Açúcar e doces
- Hidratos de carbono especialmente à noite (pão, massa, batata, arroz)
- Molhos
- Bebidas Gaseificadas e adocicadas
- Comidas muito elaboradas (refugados)
- Frutas com elevados niveis de fructose (uvas, bananas, pêssegos)
- Frutos secos
- Beber muitos liquidos às refeições
- Empanturrar-se às refeições
- Álcool


COMER:

- Carnes brancas cozidas, a vapor ou grelhadas (bife de perú, feito de frango)
- Peixes pouco gordos cozidos, a vapor ou grelhados (linguado, pescada do Chile nº5, bife de Atum fresco, Atum em água)
- Saladas (temperadas com limão, vinagre, pouco azeite, ervas aromáticas)
- Sopas ligeiras (pouca batata)
- Frutas: (Laranja, limão, kiwi, maças verdes, pêras verdes/rocha, ananás, morangos, melancia) máximo três peças por dia e só até meio da tarde.
- Legumes e verduras cozidas ou ao vapor (brócolos, espinafres, espargos, feijão verde, etc.)
- Sushi (comida Japonesa)
- Beber bastante água entre as refeições (entre 2 a 3 litros por dia)
- Comer várias vezes ao dia e em pequenas quantidades (6 a 8 refeições ligeiras)
- Produtos lácteos magros (leite, iogurtes, queijos frescos)
- Flocos de aveia cozidos em água ou leite magro e claras de ovo cozidas ou mexidas (pequeno almoço)
- Alimentos integrais (cereais, arroz, massa, etc)
- Beber um copo de água antes das refeições
- Temperar com azeite, ervas aromáticas, limão, coentros, salsa, laranja, folhas de louro
- Comer duas vezes à semana carne vermelha (bife de vaca) e salmão grelhados
- Pão, integras ou de sementes, com fiambre de perú ou fiambre de frango, atum, queijo fresco, fatiado ou requeijão magro.


A todos os leitores deste blog e desportistas, os votos de umas boas férias!!

quarta-feira, 9 de julho de 2008

CENOURA

Diz a sabedoria popular que comer cenoura faz os olhos bonitos. Mas as suas virtudes terapêuticas não se ficam por aqui, ajudando também a combater a anemia, doenças da pele e problemas hepáticos. 



Verdadeiro cocktail de saúde, a cenoura é um dos vegetais mais consumidos mundialmente, mas os seus primórdios não reúnem o consenso de todos os autores. Alguns acreditam que é originária da Gália, enquanto que outros defendem que provém da Ásia Menor, onde crescia em estado selvagem há mais de três mil anos. Inquestionáveis são suas as propriedades terapêuticas, úteis para inúmeros problemas de saúde.

Qualidades alimentares e virtudes terapêuticas
- A cenoura contém vitaminas A,B e C, uma provitamina A (betacaroteno) antioxidante, além de açucares simples (levulose e dextrose) directamente assimiláveis. Apresenta também 7% de ferro, uma dose activa de cobre, sódio, cálcio, fósforo, bromo, iodo, zinco e manganês.
- É laxativa e diurética. Regulariza o trânsito intestinal, cicatrizando e desinfectando a mucosa intestinal e estomacal.
- Favorece a taxa de colesterol. Contém docraína, um vasodilatador coronário.
- Intervém no bom estado da pele e das mucosas.
- É tónica, remineralizante, favorece a hemoglobina (transportador do oxigénio) e contribui para o equilíbrio ácido-básico.
- Em uso externo é cicatrizante.
- A semente da cenoura é carminativa, estimulante, aperitiva e diurética.

Estados e problemas de saúde que pode beneficiar
-Anemia, astenia e problemas de crescimento e de convalescença. 
-Problemas hepáticos: com a alcachofra, constitui o remédio por excelência para o fígado e para os temperamentos biliosos, utilizando-se para combater a icterícia.
-Irritação gastro-hepática e excesso de acidez no estômago.
- Catarro nasal, sinusite e tosse.
- Sarampo e varicela.
- Eczemas, sardas e acne.
- Deficiência da visão crepuscular e das cores, graças à sua forte concentração em provitaminas A e B9 caratenóides.
- Fotofobia (hipersensabilidade à luz e hemeralopia).

Modo de consumo e utilização
-Em sumo: contra queimaduras, amigdalites infantis e pólipos, gota, reumatismo, artrite, tuberculose pulmonar e lombrigas (também em puré ou ralada).
-Polpa: aplicação para aliviar queimaduras, úlceras, eczemas e hemorragias, bem como para facilitar a cicatrização nas ulcerações.
-Sementes: a infusão de sementes de cenoura é estimulante, diurética e apetitiva.
-Rama esmagada: aplicação sobre as úlceras e feridas purulentas.
-Banhos: contra as frieiras e o cieiro.
Conservação
- No frigorífico, dentro de um saco perfurado, a fim de evitar a condensação que as faz apodrecer. Não as colocar junto a legumes ou frutos que libertem muito gás etileno (pêra, maçã, batata), porque amadurecem prematuramente, diminuindo a conservação e tornando-a amarga.
-Fora do frigorífico, devem ser colocadas num local à sombra, fresco, húmido (95% de humidade) e ventilado.
- As cenouras conservam-se bem dentro de areia fina (até cinco meses)


Sabia que?
Os betacarotenos da cenoura são transformados em vitamina A, um dos componentes visuais responsáveis pela recepção de luz nos olhos.


Fonte:
Guia dos Alimentos Vegetais
Editora Gradiva

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Optimize o seu cérebro


O stress, a fadiga e o envelhecimento estão a deixar as suas marcas na mente humana, mas os cientistas defendem que a reabilitação é possível. Conheça os princípios propostos pelo Instituto da Inteligência e aumente a performance do seu cérebro.

Princípio da utilização do cérebro inteiro
Utilizar várias áreas do cérebro em simultâneo resulta numa melhoria do desempenho mental. Procure actividades complexas, criativas, estimulantes, como ouvir ou tocar música, jogar xadrez, actividades artísticas, ginástica ou meditação. Um estudo recentemente publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences indica que a meditação integrada melhora os níveis de atenção, cognição, emoção e reacção ao stresse. Tire um curso de culinária e treine os seus sentidos – só para detectar cheiros o cérebro utiliza mais de cinco milhões de células receptoras distribuídas pelo nariz. Até alguns videojogos podem ser bons instrumentos para desenvolver a destreza mental.

Princípio da água
A água ajuda a dissolver as partículas carregadas que conduzem os impulsos de informação através dos axónios. A desidratação das células nervosas pode causar danos graves. Café, bebidas alcoólicas e refrigerantes não contam – em vez de abastecer de líquidos o seu organismo, só interferem com a sua absorção. Beba um mínimo de 1,5 litros de água por dia; mais, em períodos de stresse intenso.

Princípio do oxigénio
O oxigénio alimenta os neurónios e faz o cérebro funcionar. Se trabalha em espaços fechados, tente sair para o exterior ou ir à janela uma ou várias vezes por dia. Tenha plantas naturais, em casa e no trabalho. Tire alguns minutos do seu dia para exercícios de respiração: inspire e respire calmamente (não mais de 7 vezes por minuto), e pelo abdómen. Esta é a forma mais natural e eficiente para respirar.

Princípio da alimentação
Um cérebro funcionalmente activo e ágil tem como pilar a saúde das ligações nervosas e dos mensageiros químicos que as asseguram – os neurotransmissores. As proteínas magras e alimentos ricos em ómega 3 são essenciais para alimentar o cérebro, para além dos hidratos de carbono complexos – não se esqueça de que o cérebro absorve cerca de 20% da energia total consumida pelo organismo. Vários estudos têm associado o consumo de comidas processadas e aditivos à hiperactidade nas crianças. Inclua frutas frescas e vegetais na sua dieta e comece o dia com um bom pequeno-almoço.

Princípio do movimento
Paul Dennison, autor do conceito “Brain Gym”, defende que “o movimento é a porta para a aprendizagem”. O autor norte-americano aplicou esta máxima, com sucesso, a escolas, escritórios e centros de estudo, de forma a desenvolver a aptidão cognitiva e a performance académica. O sedentarismo é prejudicial a uma mente saudável. Certifique-se de que reserva 30 minutos diários para qualquer tipo de actividade física, seja subir escadas, dar um passeio ou fazer movimentos de alongamento no trabalho.


Princípio do pensamento positivo
O médico Daniel Amen chama-lhe os ANT – Automatic Negative Thoughts (Pensamentos Automáticos Negativos) e incita a que os questionemos e tentemos afastar da mente. São mecanismos como os sentimentos de culpa ou pessimismo que bloqueiam e limitam o fluxo electroquímico dos neurotransmissores. Não acredite em tudo o que lhe passa pela cabeça e transforme estas ideias em estados mentais positivos. Torne-se um optimista, faça uma auto-avaliação honesta e estabeleça metas afirmativas.

Princípio do desafio e da novidade
Deixe de se desculpar com a idade. Quem disse que “burro velho não aprende línguas” nunca deve ter ouvido falar em neuroplasticidade – a propriedade que permite que os neurónios se adaptem e novas sinapses se formem em resultado das exigências. O escritor russo Leão Tolstoi aprendeu a andar de bicicleta aos 67 anos e a rainha Vitória de Inglaterra começou a aprender a língua do Hindustão aos 68. Não caia no inconformismo e lute contra o principal inimigo de uma mente em forma: a rotina. Aceite novos desafios, saia da zona de conforto, exponha-se à novidade, aprenda uma coisa nova todos os dias.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Toda a verdade sobre as dioxinas!!!

Já ouviu falar em ftalatos? É perigoso beber café em copos de plástico? E plásticos no microondas? Aqui fica a opinião de um especialista, John Hopkins para o tira-teimas...

Dioxinas – o que são?
São poluentes orgânicos que existem no ambiente que nos rodeia, muitas vezes referidos como os mais tóxicos resíduos produzidos pela Humanidade. Consistem num grupo de químicos, que inclui uma complexa mistura de 75 diferentes moléculas cloradas. Alguns PCBs também são também compostos semelhantes a dioxinas, cuja exposição pode provocar ceratodermia – uma forma grave de doença de pele – e efeitos nocivos nas funções reprodutoras e de desenvolvimento e, mais importante ainda, danificar o fígado e provocar cancro.


De onde vêm as dioxinas?
Sempre pensámos que as dioxinas eram produzidas pelo Homem de forma inadvertida, quer através do processo químico de tingir matérias-primas, quer através da produção de pesticidas. Mas as dioxinas que estão em sedimentos nos lagos e nos oceanos são «predadoras» deste tipo de actividades humanas. As principais fontes de dioxinas são os vários processos de combustão existentes no ambiente, incluindo acontecimentos naturais como fogos florestais e erupções vulcânicas. Hoje em dia, o ponto crítico de produção de dioxinas está na incineração de resíduos, particularmente lixo hospitalar, que contém grandes quantidades de policloretos e outros compostos aromáticos que podem servir de precursores de dioxinas. Um estudo que observou a queima de resíduos domésticos num quintal verificou que este tipo de pequena fogueira liberta, afinal, tantas ou mais dioxinas quanto uma grande icineradora a queimar centenas de toneladas de resíduos por dia. As icineradoras estão equipadas com sistemas ultra-modernos de controlo de emissões que limitam a formação de dioxinas e a sua libertação para o ambiente, mas a fogueira no quintal não controla qualquer tipo de emissão nociva: larga-se fogo e os processos químicos tratam do resto. O que acontece em seguida é que as dioxinas são libertadas para a atmosfera, onde se unem a partículas e caem de volta no chão. São depois transportadas, empurradas ou arrastadas por peixes ou outros animais, ficando armazenadas na gordura antes de acabarem, provavelmente, no prato do seu almoço ou jantar. Os seres humanos estão expostos às dioxinas maioritariamente quando ingerem carne ou peixe ricos em gordura.


As dioxinas podem estar em água gelada ou em recipientes de plástico?
Não. É um mito urbano. Não há dioxinas nos plásticos. Para além disso, a água muito fria até ajuda a combater este tipo de químicos. As dioxinas não se espandem tão bem em baixas temperaturas, o que significa que dificilmente existirão numa garrafa de plástico com água gelada.


É seguro beber água de garrafas de plástico?
A primeira preocupação deve ser, na verdade, a qualidade da água, em vez do recipiente em que ela se encontra. Muitas pessoas não gostam de água da torneira e, por isso, compram água engarrafada. A verdade é que a água da rede pública é muito mais vigiada e monitorizada para garantia de qualidade, o que nem sempre acontece com a água engarrafada. Legalmente, pode conter muitas substâncias que nunca seriam admissíveis numa rede municipal de distribuição de água, por exemplo.